O medo é um eterno companheiro em nossas vidas. Quando criança, ele era o ‘motivo de choro, desculpa pra um abraço ou consolo’.
Mas aí, a gente vai crescendo. E parece que à medida que crescemos, uma mordaça vai se formando. Não, os medos não desaparecem. O que muda é a forma de o expressarmos.
Continuamos a ter medo do escuro. Não tanto do de fora, mas, principalmente do de dentro. O escuro da alma. E, infelizmente, nem as velas e nem as lamparinas comuns conseguem alcançá-lo.
Apenas um tipo especial de vela, que alguns conhecem pelo nome de ‘amor’, consegue chegar lá. Era essa a vela que a nossa mãe usava quando, na madrugada, os pesadelos vinham nos atormentar.
É bem verdade que, hoje em dia, esse tipo de vela está bem escassa. A luz dela bruxuleia. Mas, se a gente for compartilhando com os outros essa luz, talvez esse mundo tão escuro fique um pouco mais iluminado…
‘O perfeito amor lança fora todo o medo.’ (1 Jo 4:18)
(Felipe Santiago)
Abração, galera! Ah, uma musiquinha dos grandes Cazuza e Frejat pra vocês ouvirem!
